Mês: dezembro 2025

Manutata destacou a castanha-da-Amazônia como símbolo de bioeconomia e conservação no Txai Amazônia

Manutata destacou a castanha-da-Amazônia como símbolo de bioeconomia e conservação no Txai Amazônia

O Seminário Internacional Txai Amazônia reafirmou seu papel como uma plataforma estratégica para o fortalecimento da bioeconomia amazônica, ao reunir iniciativas que demonstraram, na prática, como é possível promover desenvolvimento sustentável, conservação da floresta em pé e geração de renda para comunidades tradicionais. Nesse contexto, a participação da Manutata contribuiu de forma significativa para o debate sobre extrativismo sustentável e valorização dos produtos da sociobiodiversidade. Atuando no processamento e na comercialização da castanha-da-Amazônia e de superalimentos, a Manutata levou ao Txai Amazônia uma experiência concreta de integração entre inovação, conhecimento tradicional e acesso a mercados, alinhada aos princípios defendidos pelo evento. Com origem na região amazônica trinacional — Peru, Bolívia e Brasil — a Manutata acumulou mais de 35 anos de know-how na cadeia produtiva da castanha-da-Amazônia, conectando comunidades extrativistas a mercados nacionais e internacionais. Com sede em Puerto Maldonado, no Peru, a organização atuou de forma integrada no extrativismo sustentável de produtos florestais não madeireiros (PFNMs), apostando na biotecnologia, na bioindústria e na valorização dos saberes indígenas. Durante o Txai Amazônia, a castanha-da-Amazônia foi apresentada não apenas como um superalimento rico em antioxidantes, vitaminas e óleos essenciais, mas como um ativo estratégico para a conservação ambiental. Cada etapa da cadeia produtiva reforçou o compromisso com a proteção de extensas áreas de floresta e com a geração de renda digna para comunidades locais, especialmente na região de Madre de Dios. Representada por Nelsith Sangama, CEO da empresa e pertencente à etnia Quíchua, a Manutata compartilhou no evento a visão de que a bioeconomia é, antes de tudo, uma economia indígena, própria, holística e orientada ao bem viver. Sua atuação envolveu certificações orgânicas, sistemas de monitoramento ambiental, georreferenciamento, rastreabilidade em blockchain e práticas de economia circular, agregando valor à produção e ampliando sua competitividade em escala global. Ao promover debates e dar visibilidade a iniciativas como essa, o Txai Amazônia se consolidou como um espaço fundamental de diálogo, troca de experiências e construção coletiva de soluções para os desafios ambientais, sociais e econômicos da região. O evento fortaleceu redes de colaboração entre empreendedores, comunidades tradicionais, pesquisadores e formuladores de políticas públicas, ampliando a projeção de modelos de negócio sustentáveis e replicáveis em diferentes territórios amazônicos. A presença da Manutata no Txai Amazônia reforçou a importância de iniciativas que uniram inovação, ancestralidade e sustentabilidade, evidenciando como a bioeconomia amazônica se apresentou como uma resposta concreta e integrada aos desafios do nosso tempo. Foto: Agência Nexo

Fundo Amazônia destina R$ 96,5 milhões para ampliar acesso dos povos da floresta a mercados

Fundo Amazônia destina R$ 96,5 milhões para ampliar acesso dos povos da floresta a mercados

Iniciativa “Florestas e Comunidades: Amazônia Viva” fortalece atividades baseadas na sociobioeconomia e na agricultura familiar sustentável   O governo federal lançou nesta terça-feira (9/12), em Brasília, o projeto “Florestas e Comunidades: Amazônia Viva”, que receberá R$ 96,5 milhões do Fundo Amazônia para fortalecer atividades produtivas sustentáveis e ampliar o acesso de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares aos mercados de alimentos e de produtos da sociobiodiversidade na região amazônica. Com a participação do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA),  coordenador do Fundo Amazônia, o contrato foi assinado entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), gestor do Fundo Amazônia, e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A iniciativa também inclui os Ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). “Esse passo é fundamental, porque viabiliza uma ação de inclusão dessas pessoas que geram produtos de altíssima qualidade, com valor nutricional extremamente importante, ampliando o acesso ao mercado”, afirmou o ministro substituto do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco. Segundo ele, o projeto fecha um ciclo virtuoso. “As comunidades operam para que o desmatamento não avance e vão conseguir prosperar, reduzindo o desmatamento, mantendo a floresta, gerando emprego e renda, melhorando o acesso ao mercado, a qualidade de vida, a proteção da biodiversidade, da diversidade étnica e cultural e de toda a nossa sociobiodiversidade”, concluiu. Criado em 2008, o Fundo Amazônia é referência em cooperação internacional para o clima, combinando proteção ambiental, desenvolvimento sustentável e melhoria da qualidade de vida na região. A estratégia contribui para o cumprimento das metas climáticas do Brasil, dos compromissos do Acordo de Paris e do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), com apoio a projetos que mantêm a floresta em pé ao mesmo tempo em que geram emprego, renda e inclusão para as populações amazônicas. A partir da retomada das doações, em 2023 – após quatro anos paralisado – o Fundo chegou a R$ 1,6 bilhão adicionais contratados e o número de doadores passou de três para dez. Nos seus 17 anos, o Fundo já beneficiou cerca de 260 mil pessoas, por meio de mais de 600 organizações comunitárias, apoiando mais de 140 projetos. O ministro substituto lembrou ainda o programa Prospera Sociobio. Desenvolvido pela Secretaria Nacional de Bioeconomia do MMA e lançado na COP30, a estratégia traduz as diretrizes do Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio) em ações concretas nos territórios, com foco em povos indígenas, povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares. “Tudo o que o Prospera propõe depende dessa conexão com o mercado, e a Conab, ao assinar essa parceria, dá um passo gigantesco para que a nossa ação se torne realidade”, completou. Foco em sociobioeconomia e agricultura familiar O fomento socioprodutivo é o eixo central do “Florestas e Comunidades: Amazônia Viva”. O projeto vai apoiar e qualificar sistemas produtivos de cadeias como açaí, castanha-do-Brasil, babaçu, mel, borracha extrativa, frutas diversas, farinha de mandioca e pescados artesanais (como pescada-amarela, tambaqui, matrinxã, jaraqui e pirarucu), entre outros produtos da sociobiodiversidade amazônica. Por meio de uma chamada pública, serão selecionados projetos de organizações de povos indígenas, povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares (PIPCTAFs). Estão previstos R$ 80 milhões em recursos não reembolsáveis, com expectativa de apoiar pelo menos 32 projetos, de até R$ 2,5 milhões cada. Os recursos poderão ser aplicados em logística, adequação sanitária, beneficiamento e processamento, infraestrutura de armazenagem e acesso à energia renovável, entre outros investimentos necessários para acessar o mercado formal de alimentos. Outros R$ 16,6 milhões serão destinados à criação de condições estruturantes para políticas públicas de promoção de atividades produtivas sustentáveis, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa de Valorização da Sociobiodiversidade e do Extrativismo (Sociobio Mais). O projeto também financiará o desenvolvimento de sistemas de informação e gestão de dados sobre as cadeias da sociobiodiversidade e o reforço das capacidades técnicas e operacionais das superintendências regionais da Conab na Amazônia Legal. Estruturação da Conab na Amazônia As nove superintendências regionais da Conab na Amazônia Legal serão apoiadas com infraestrutura de tecnologia da informação e veículos para melhorar a execução de políticas de fomento à produção sustentável. A sede da Conab, em Brasília, também receberá reforço na infraestrutura de rede, garantindo a operacionalização dos sistemas e informações necessários para implementar as políticas públicas na região. Para o diretor-presidente da Conab, Edegar Pretto, o projeto consolida um legado para quem vive na floresta. “Com esses recursos vamos ajudar a estruturar ainda mais as associações e cooperativas que estão vendendo para o PAA [Programa de Aquisição de Alimentos], o PNAE [Programa Nacional de Alimentação Escolar] e que podem, querem e devem acessar o mercado formalizado, não só das compras públicas”, explicou. “É um legado que nós, do governo brasileiro, precisamos deixar para esse público da floresta. Os produtos da sociobiodiversidade merecem a visibilidade que têm outros produtos, como as commodities, também produzidas no nosso Brasil. Nós queremos que o desenvolvimento seja para todos e ninguém fique para trás”, afirmou. O diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Silvio Porto, reforçou que a sustentabilidade econômica da floresta é condição para reduzir o desmatamento. “O enfrentamento ao desmatamento não se dá apenas por fiscalização e controle, mas sobretudo por viabilizar a economia da floresta. Essa é a forma mais inteligente e melhor de fazê-lo, principalmente a partir da agricultura familiar, da reforma agrária, das comunidades tradicionais e indígenas”. Segundo ele, o projeto está assentado em três grandes componentes, tendo como foco principal as organizações que produzem e articulam a sociobiodiversidade na Amazônia. Plataforma de dados e políticas integradas A diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, destacou que o Fundo Amazônia é um instrumento de política pública que hoje integra combate ao desmatamento, inclusão produtiva e geração de renda. Ela lembrou que o Fundo é coordenado pelo MMA e gerido pelo BNDES, apoiando um conjunto de políticas públicas ambientais e sociais. “Estamos somando aqui nesse novo projeto, criando toda

Casa Dourada: artesanato com capim dourado fortalece cultura e gera renda no Tocantins

Casa Dourada: artesanato com capim dourado fortalece cultura e gera renda no Tocantins

A Casa Dourada, iniciativa da Associação Dianopolina de Artesãos (ADA), foi um dos cases apresentados no Seminário Internacional TXAI Amazônia 2025. O projeto representa a força do empreendedorismo feminino e da economia criativa no Tocantins, destacando-se pela produção artesanal com capim dourado e pela valorização dos saberes tradicionais da região. Com sede em Dianópolis (TO), a Casa Dourada foi inaugurada em 2021 e se consolidou como um centro de referência em artesanato e turismo cultural. O espaço é resultado de uma parceria entre a Associação Dianopolina de Artesãos (ADA), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Turismo e Cultura (Sematuc) e a Prefeitura de Dianópolis. Desde então, tornou-se um ponto de encontro entre cultura, sustentabilidade e geração de renda. Atualmente, o trabalho artesanal desenvolvido majoritariamente por mulheres impacta positivamente dezenas de famílias. As peças, feitas com capim dourado extraído de forma sustentável, são comercializadas em todo o país e exportadas para Bélgica, Espanha, Portugal, França e Estados Unidos. Durante o TXAI Amazônia, a presidente da ADA, Eliene Bispo Cantuário, marcou presença no evento e expos as peças artesanais da Casa Dourada no espaço de expositores, permitindo que o público conhecesse de perto o trabalho com o capim dourado e sua relevância cultural e socioeconômica. Para Eliene, participar do Seminário representa “o reconhecimento da trajetória da Associação, a oportunidade de troca com outros artesãos e a ampliação da visibilidade do artesanato de capim dourado”. A Casa Dourada tem como propósito fortalecer o empreendedorismo local, valorizar a cultura e ampliar o turismo cultural, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do município e da região sudeste do Tocantins. Entre os principais desafios da iniciativa estão a manutenção do fluxo de visitantes e compradores, o acesso contínuo à matéria-prima e a criação de novas parcerias institucionais. Reconhecida nacionalmente, a Casa Dourada recebeu em 2024 o Prêmio Sebrae de Prefeitura Empreendedora, na categoria Inclusão Produtiva, e, em 2022, a ADA foi contemplada com o selo Top 100 do Artesanato Brasileiro. A experiência apresentada no TXAI Amazônia reforça a importância das práticas sustentáveis na cadeia do capim dourado e evidencia como a bioeconomia pode transformar realidades locais por meio da geração de renda, da preservação ambiental e da valorização cultural. Foto: Agência Nexo

TXAI Amazônia consolidou diálogo entre ciência, floresta e desenvolvimento sustentável na Amazônia Legal

TXAI Amazônia consolidou diálogo entre ciência, floresta e desenvolvimento sustentável na Amazônia Legal

O Seminário Internacional TXAI Amazônia – Bioeconomia e Sociobiodiversidade foi realizado entre os dias 25 e 28 de junho de 2025, em Rio Branco (AC), no espaço e-Amazônia da Universidade Federal do Acre (UFAC), reunindo lideranças indígenas, pesquisadores, gestores públicos, empreendedores, representantes da sociedade civil e especialistas do Brasil e de países vizinhos da Pan-Amazônia, como Peru e Bolívia. Idealizado e coordenado pelo Instituto Sapien, com apoio de mais de 25 instituições, o TXAI Amazônia nasceu com o propósito de construir um grande espaço intercultural de diálogo, escuta e proposição, conectando conhecimento científico, saberes tradicionais, inovação e políticas públicas em torno da bioeconomia e do desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal. Metodologia e construção coletiva A realização do seminário foi antecedida por um extenso processo metodológico, construído ao longo de meses de pesquisa e articulação territorial. Foram realizadas visitas técnicas a 25 comunidades, além do levantamento de dados secundários sobre economia, infraestrutura, saúde, educação e demografia dos estados da Amazônia. A partir desse diagnóstico, foram definidos os sete eixos temáticos estruturantes do TXAI Amazônia 2025: Sociobiodiversidade e Sociobioeconomia Bioeconomia e Agro Financiamento Climático Manejo Florestal Plano Nacional da Bioeconomia Governança Políticas Públicas e Desenvolvimento Fronteiriço Esses eixos foram trabalhados por grupos de especialistas, com representação de povos indígenas, academia, comunidades tradicionais, setor produtivo e sociedade civil, em um processo de construção coletiva das discussões e proposições. Programação, alcance e impacto Durante os quatro dias de evento, o TXAI Amazônia promoveu: 15 painéis temáticos Mais de 1.500 participantes presenciais por dia Audiência digital superior a 5 mil pessoas ao vivo Mais de 208 mil pessoas impactadas nas redes e plataformas digitais A avaliação do público registrou 90% de satisfação ou alta satisfação quanto à programação, infraestrutura e relevância dos temas debatidos. Mais de 90% dos participantes manifestaram interesse em participar das próximas edições do seminário em outros estados da Amazônia Legal. Mostra de Bioeconomia, cultura e gastronomia Um dos grandes destaques do evento foi a Mostra de Bioeconomia, que reuniu 30 expositores e apresentou 20 casos de sucesso dos nove estados da Amazônia, com negócios de impacto que movimentaram volumes de até R$ 200 mil. 100% dos expositores afirmaram ter ampliado suas redes de cooperação e aberto novos mercados a partir da participação no TXAI. A Mostra Cultural promoveu 65 atividades artísticas, reunindo apresentações musicais, danças, expressões indígenas e manifestações da diversidade amazônica. Já a Mostra Gastronômica destacou chefs regionais, ingredientes da floresta e pratos que dialogam com os saberes tradicionais e a inovação culinária. Cartas Propositivas e legado institucional Ao final do seminário, foi construída de forma participativa a Carta de Proposições do TXAI Amazônia, documento que consolida diretrizes, recomendações e caminhos para o fortalecimento da bioeconomia, das políticas públicas, da inovação sustentável e da valorização dos territórios amazônicos. As proposições resultam dos debates técnicos, das escutas territoriais e das contribuições dos diversos públicos envolvidos, configurando-se como um instrumento estratégico para orientar políticas, projetos e investimentos na Amazônia Legal. Publicação dos Anais consolida memória e conhecimento do evento Como resultado concreto do processo, foram publicados os Anais Completos do TXAI Amazônia, que registram todas as etapas do projeto. A publicação reúne: A metodologia aplicada em cada atividade Os principais resultados das avaliações junto aos públicos participantes A programação completa do Seminário A síntese das proposições aprovadas por eixo temático Os Cases de Sucesso, com descrição das experiências, imagens e contatos A apresentação detalhada da Mostra de Bioeconomia, com dados dos produtos, segmentação e perfis dos expositores Um capítulo exclusivo sobre a Mostra Cultural, com resumos, fotos, legendas e identificação de artistas, comunidades e curadoria O registro da Mostra Gastronômica, com perfis dos chefs, imagens, pratos e ingredientes regionais Os resumos executivos das pesquisas desenvolvidas em dez áreas que fundamentaram os debates: Bioeconomia, Pobreza, Economia, Demografia, Extrativismo, Emprego e Renda, Educação, Infraestrutura, Saneamento e Territórios. Um evento que projeta o futuro da Amazônia O TXAI Amazônia consolidou-se como um marco de articulação entre ciência, cultura, inovação, floresta e desenvolvimento sustentável, fortalecendo redes, ampliando visibilidade para iniciativas da sociobiodiversidade e deixando como legado tanto produtos técnicos — como os Anais e a Carta de Proposições — quanto impacto humano, institucional e territorial. O seminário reafirma que o futuro da Amazônia passa pela valorização da floresta em pé, pelo conhecimento ancestral, pela inovação e pela construção coletiva de soluções sustentáveis. Clique aqui para ver os Anais.

A Mostra Cultural TXAI AMAZÔNIA, realizada durante os dias do seminário, é um evento vibrante que celebra a diversidade cultural da Amazônia. Com apresentações artísticas, oficinas e exposições, este espaço é dedicado à valorização e preservação das manifestações culturais dos povos amazônicos.

A Amazônia é uma das regiões mais biodiversas e culturalmente ricas do planeta. Este vasto ecossistema desempenha um papel crucial na regulação climática global e na manutenção da biodiversidade. Nosso objetivo é promover o desenvolvimento sustentável, respeitando e valorizando as tradições e o conhecimento dos povos que habitam esta região.

A bioeconomia e a sociobiodiversidade são pilares fundamentais para um desenvolvimento sustentável na Amazônia. Este conceito evolui para incluir não apenas o uso sustentável dos recursos naturais, mas também a valorização das culturas tradicionais e do conhecimento ancestral dos povos da floresta.

O Acre foi escolhido para sediar a 1ª edição do Seminário TXAI devido ao seu compromisso com a conservação ambiental e o desenvolvimento sustentável. Este Estado, rico em biodiversidade e cultura, oferece o cenário perfeito para debatermos e construirmos juntos um futuro sustentável para a Amazônia.